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arte e cognição


Se me permitem, produzi um texto com que achei de mais importante nas idéias que todos escreveram aqui e vou postá-lo dividido em partes em virtude do espaço.( 1ªparte) É de todo o certo dizer que a sociedade em que vivemos esqueceu no passado a importância da arte em detrimento a um pensamento lógico e científico. Os valores do ser humano mudaram e também sua forma de pensar. Temos uma sociedade que nos impõe que, enquanto seres humanos, somos obrigados a produzir, e mais do que isso, nossa produção tem que ser útil no dia a dia. Para que serve um quadro afinal? Essa pergunta carrega consigo todos os seguidores quanto pode a lógica do tempo em que vivemos. Já dizia meu próprio pai: “Isso não dá futuro!” Com esse pensamento e afastados da sensibilidade que a arte nos traz, vamos ficando cada vez mais desumanos e sendo arrastados por um pensamento simplista muito aquém da evolução que a própria ciência pretendia impulsionar. Existem valores contidos no ser humano que não podem ser deixados de lado. É preciso voltar as raíses e mergulhar em nós mesmos para estimular alguns valores importantíssimos que estão sendo deixados para traz, e esses valores estão contidos não só nas artes como em todas as áreas de humanas. É preciso salientar que a arte enquanto linguagem é carregada de mensagens e talvez o melhor instrumento para a reflexão interior. Através da arte conseguimos penetrar no mais íntimo do ser humano, despertando suas potencialidades e vislumbrando novas possibilidades de crescimento pessoal e social. Através da arte os alunos podem aprender a se relacionar de uma forma mais tranqüila perante aos colegas e também com a sociedade, conseguindo desenvolver sua criatividade e sensibilidade. O Arte Educador tem como missão formar cidadãos capacitados para interagirem ao meio Social, profissional e familiar de maneira criativa e inovadora e promover o desenvolvimento da cultura no indivíduo para que este seja então um ser pensante e desenvolvido.

Mauro Da Rosa, 23/9/2005



Escrito por Ester às 09h21
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(2ª parte) Acredito que as diferentes formas de linguagem das Artes contribuem muito para a formação de todos. A arte ainda é a única linguagem que consegue interagir o homem no seu contexto histórico, social e afetivo . Também a escola precisa urgentemente se abrir “mais” para esta mais nobre linguagem de expressão. Sendo assim, portanto, o papel mais importante seria sensibilizar o aluno para as artes. Não somente para o fazer artístico, mas para a reflexão sobre a arte. Ensinar a ver, a compreender. Sensibilizar o olhar. Colocar obras à disposição dos alunos. Fazer visitas a museus, discutir a arte do nosso tempo. Enfim, pensar a arte como uma linguagem própria para a qual precisamos aprender a sintaxe, educando uma visão mais ampla do mundo, dando a ele a oportunidade de fazer sua própria leitura da sociedade onde está inserido. Assim o educando passa a ser um agente transformador do espaço em que vive, aprende a ver a beleza das coisas simples às mais complexas, saindo dos padrões impostos pela sociedade rumo a uma evolução mais humanista.

Mauro DaRosa, 23/9/2005



Escrito por Ester às 09h20
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Quem lida com esta disciplina tem a missão de sensibilizar os alunos para o maior número possível de manifestações artísticas, permitindo que eles se descubram artistas também.

Gislani Rovetta da Silva, 23/3/2006



Escrito por Ester às 09h15
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A arte contribui para o desenvolvimento cognitivo, porque trabalha interagindo com todas as disciplinas. Ela propicia o desenvolvimento emocional, fazendo do aluno, um ser único, valioso e independente. Ela desenvolve a consciência social do meio em que vive, seja a parte ambiental, seja cultural ou mesmo só socio-econômica. Ela desenvolve senso crítico no indivíduo, oferece outros meios de se fazer leitura, seja pela postura, seja através das cores ou ainda pelas formas. Ela desenvolve e resgata valores culturais e morais, além de ensinar em um todo, como ser verdadeiro cidadão. Ela também desenvolve o que há de mais precioso em um indivíduo, auto-estima, acreditar em si mesmo e valorizar a vida. Quer saber se tudo isto é verdade, curse uma faculdade de Educação Artística e coloque todo aprendizado com muito amor e perseverança e saberá que tenho razão!!! "A sociedade não foi feita para o artista, mas o artista para a sociedade"

Nilce, 4/6/2006



Escrito por Ester às 09h13
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Educação Artística é mais do que uma disciplina, é um espaço para ensinar a fazer um projeto de vida. Ela pode estimular a criar, ensinar a ser empreendedor, ensinar a fazer coisas para criar o dinheiro e educar sobre o valor do dinheiro. Educação Artística é importantíssima, porque ela tem espaço para ensinar a viver! Ninguém sobrevive vendendo relógio de macarrão, casinha de botão, barquinho de papel crepom. Que os professores entendam que Educação Artística pode ensinar a sobreviver!

Ivone Boechat, 30/7/2006



Escrito por Ester às 17h08
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O professor de educação artística tem como papel principal desenvolver o cognitivo que fundamentará os pilares da formação do cidadão. Estimulando a ferramenta preciosa das artes visuais, sensoriais, musicais, ciências, .... Partindo do sei que nada sei até a metodologia do ser de relação ao que somos.

MONICA ALVES, 28/3/2006



Escrito por Ester às 17h06
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O papel do professor de educação artistica é para além do ensino de técnica. É proporcionar meios e mecanismos de expressão de sentimentos e entendimento da realidade que o cerca.

sonia maria, 3/11/2005



Escrito por Ester às 09h42
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A formação do professor de arte é de suma importancia no que diz respeito ao ensino da arte, até mesmo porque esse ensino vem ganhando espaço a pouco tempo, sendo anteriormente banalizado e mal interpretado. Sendo a arte a ponte de entendimento desse mundo altamente visual , podemos então interpretar e deixar fruir nossos sentimentos.

eliana Bertoli costa, 13/11/2005



Escrito por Ester às 09h41
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Vivemos numa sociedade cada vez mais consumista, onde o "ter" é mais valorizado do que o "ser", onde cada um vive a sua vida sem se importar com seu semelhante. Há uma inversão de valores éticos e morais presentes na mídia, na polí­tica e em nossos lares. O ensino de artes busca sensibilizar o educando através da música, das artes plásticas e do teatro. Ele desenvolve o senso crí­tico, a percepção de mundo, pois uma obra de arte não é feita apenas com elementos como cor, linha, luz e sombra, ela reflete uma concepção de mundo, a reflexão do artista sobre a sociedade, envolve sentimentos como dor, perdão, compaixão, revolta, angustia. Entendermos a arte é entendermos um pouco mais sobre o próprio homem. A evolução humana é expressa através da arte, desde a pré-história até o dias atuais. Através da arte conhecemos um pouco da cultura de nosso país, o que nos faz nos identificarmos como brasileiros, quais as nossas histórias, nossos mitos, lendas, nossa crenças. A cultura é a base de um povo, e aprendendo sobre nossa cultura estamos valorizando nosso país. Mais do que uma disciplina o ensino da arte é uma expressão de vida, onde o aluno desenvolve a criatividade, a percepção e, principalemente, a auto- estima.

Maria Sonia da Silva Moreira, 2/8/2006



Escrito por Ester às 11h08
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Concluindo

Na perspectiva contemporânea da educação, as diferentes manifestações da cultura são elementos obrigatórios para a proposição dos currículos escolares, pois representam relevantes e ricos aspectos da realidade histórica, cultural e social. O conhecimento desta realidade exige a ultrapassagem do sentido de leitura e escrita usual, oportunizando formação para a participação política dos sujeitos pela construção da consciência de mundo e de identidade. Assim, a leitura/escrita que imperiosamente deve ser fortalecida no espaço escolar, inclui diversas linguagens e códigos, as imagens entre eles, sejam elas da arte ou da cultura de massa. Esta última constitui uma alternativa de ampliação das possibilidades de interpretação e compreensão da realidade, em diferentes tempos e espaços. Representa, ainda, uma possibilidade para a construção da consciência, diante da avassala­dora capacidade de fomentar a total inconsciência do público de sua própria manipulação, estimulada permanentemente através do apelo instantâneo da indústria cultural, na qual poderosos grupos nacionais e transna­cionais impõem ideo­logias e modelos para atender a seus específicos interesses.

Auxiliar os alunos e alunas a perceber e negociar as complexidades destas influências é compromisso de todas as áreas do conhecimento.

A expansão da leitura/escrita para outros textos além dos textos convencionais, implica reconhecer a existência de uma variedade extraordinária de possibilidades, incluindo uma multiplicida­de de linguagens, objetos artísticos, imagens e imaginários, produzidos por todas as culturas no passado e no presente. Exige, igualmente, uma aproximação a este universo, desprovida de idéias, conceitos e preferências (pré)-concebidas e/ou oficiais, com o objetivo de apreender seus significados e o efeito que exercem sobre as nossas concepções a respeito de nós mesmos e dos outros.

Autores como Barbosa (1996; 1997), Efland (1998), e Hernández (2000), sustentam que a construção da realidade, objetivo da educação, tem o propósito de contribuir para o entendimento dos diferentes panoramas sociais e culturais habitados por diferentes indivíduos. A percepção humana que o indivíduo tem de si próprio permanecerá incompleta, entretanto, se não pudermos entender que cada um de nós é o outro de um outro, assegura Efland (1998). Assim, o conhecimento e o entendimento da cultura e da realidade, nossa e do outro, são desejáveis e possíveis através das múltiplas leituras e escritas que objetivam superar limites e restrições, concorrendo para um mundo mais justo e solidário.

Referências bibliográficas

BARBOSA, Ana.M.  A imagem no ensino da arte.  São Paulo: Perspectiva,1991.

______.  Tópicos utópicos.  Belo Horizonte: C/Arte, 1997.

______. Arte-Educação: leitura no sub­solo.  São Paulo: Cortez, 1997.

COSGROVE, Denis. A geografia está em toda parte: cultura e simbolismo nas paisagens humanas.  In: CORRÊA, R. e ROSENDAHL, Z. Paisagem, tempo e cultura. Rio de Janeiro: UERJ. 1998. p. 92 - 122

EFLAND, A. Arte e cognição: teoria da aprendizagem para uma época pós-moderna.  São. Paulo: SESC, 1998.

FREIRE, Paulo.  A importância do ato de ler: em três artigos que se completam.  São Paulo: Cortez, 1993.

HERNÁNDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.

KERWALD, Isabel P. Ler e escrever em artes visuais. In: NEVES, Iara C. B. et alli.(Orgs.) Ler e escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: Ed da Universidade/UFRGS, 1998.

LARROSA, Jorge.  Pedagogia Profana: danças, piruetas e mascaradas.  Belo Horizonte: Autêntica, 2000.



Escrito por Ester às 19h17
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PGM 4 - ARTE, GEOGRAFIA E CIÊNCIAS

LER E ESCREVER A IMAGEM EM ARTE, GEOGRAFIA E CIÊNCIAS


Equipe do Núcleo de Integração Universidade Escola, da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS - NIUE/UFRGS

 

O domínio de diferentes códigos e linguagens, que permitam a interação do estudante com múltiplas paisagens e grupos sociais, é um diferencial na educação  e na própria constituição da cidadania. Neste sentido, a educação contemporânea destaca a essencialidade da leitura e da escrita como capacidades para interpretar e compreender as diversas manifestações socioculturais, no contexto identitário dos sujeitos.

Esta é uma meta a ser alcançada pelas diferentes áreas do conhecimento, através da expansão do conceito de leitura e de escrita, ao transgredir o senso comum dos conhecimentos escolares. Tal expansão deriva da compreensão de que ler e escrever não se instituem como meros instrumentais de codificação e decodificação dos signos alfabéticos, mas são inseridos num universo mais amplo de possibilidades onde, como afirma Freire (1993),  ...a leitura do mundo precede a leitura da palavra, e a leitura desta implica a continuidade daquela. Decorre desta compreensão a possibilidade de abordar neste texto o que significa ler e escrever em áreas do conhecimento que, usualmente, não têm sequer a leitura e a escrita da língua materna como sua especifici­dade: Arte, Ciências e Geografia.



Escrito por Ester às 19h16
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(2) Pensament(o)ação

 

O entendimento da Arte como processo de cognição - que mobiliza tanto o intelecto como a intuição ou afetividade do sujeito - desafia o paradigma científico positivista da modernidade a reconhecê-la como modalidade cultural de pensament(o)ação. Isso é demonstrado pelo Prof. Dr. Arthur Efland da Ohio State Universtity: [1][10]

 

 

A suposição de que as Artes exigem menos intelectualmente do que as ciências vem do conceito de cognição, limitada em grande parte aos meios formais de pensamento que possuem caráter proposicional ... os conceitos de cognição expandiram-se e passaram a incluir outras formas de pensamento ... 1. a cognição é processamento de símbolos; 2. a cognição está situada no contexto cultural do aprendiz; 3 a cognição construtivista alega que o aluno constrói sua própria compreensão, que a realidade que nós atribuímos ao mundo em que habitamos é construída.



[1][10] EFLAND, Arthur (1998). “Arte e cognição: teoria da aprendizagem para uma época pós-moderna” In: BARBOSA, Ana Mae (Org.) A compreensão e o prazer da Arte – II Encontro (19-22 de maio). São Paulo: SESC Vila Mariana.



Escrito por Ester às 19h14
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A ARTE NA EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS [1][1]

 

Ricardo Japiassu

 

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB

Departamento de Educação/Campus II – Alagoinhas/Ba

 

 

 

RESUMO

            O artigo problematiza os conceitos de Arte e Educação discutindo a dimensão cognitiva da atividade criadora artístico-estética; expõe a especificidade do tipo de pensamento característico do conhecimento artístico na perspectiva da psicologia sócio-histórica e sinaliza algumas possibilidades de intervenções pedagógicas com Arte mediadas pelas novas tecnologias da informação e da comunicação/TIC.

Palavras-Chave

Arte – Ead - Educação – Psicologia Histórico-Cultural



[1][1]  Artigo baseado na versão escrita de alocução pronunciada em mesa redonda homônima realizada durante a SBPC Cultural/Cuiabá-MT, aos 21 de julho de 2004, às 16:00h.



Escrito por Ester às 19h14
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Adriana Gomes de Oliveira
adrgomes@aol.com
PUC-SP

ARTE, ARTEFATOS, COGNIÇÃO: EVOLUÇÃO E PROCESSOS COMUNICATIVOS

RESUMO
A estreita relação entre arte, artefatos e evolução é discutida neste trabalho através de abordagens que evidenciam um fluxo de informações constante entre indivíduos e ambientes, que se constituem, em si, processos comunicativos.
A criação e manipulação de tecnologias estão diretamente ligadas a mudanças perceptivas e cognitivas ocorridas nos organismos que as exploram e, também, nos que experenciam o ambiente modificado por estes processos, que são co-evolutivos.
A arte, um campo de reorganização e reconstrução de possibilidades de ação e percepção no real, quando associada a ferramentas tecnológicas que carregam potenciais auto-organizativos e adaptativos, apresenta possibilidades diferenciadas para se materializar.
Os estímulos que, pela repetição, colaborarem para a permanência do organismo em determinado ambiente tenderão a permanecer no tempo, evidenciando uma ligação entre os aparatos percepto-neuro-motores que estruturam os ciclos de percepção/ação dos organismos em seus ambientes, em diferentes tempos evolutivos.
No trânsito de informações corpo/ambiente a arte é um terreno fértil para a geração de informações sensíveis e germinadoras.

PALAVRAS-CHAVE: Arte, Sistemas Dinâmicos, Cognição Incorporada e Situada, Co-evolução, Evoluçã



Escrito por Ester às 19h13
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Projetos e atividades

Acelera_2005: uma experiência com blog educacional

Para testar o uso do Blog como ferramenta pedagógica, iniciei este ano um projeto com os alunos das classes de aceleração de 5ª a 8ª série. O objetivo principal é trabalhar a auto-estima desses alunos por meio da inclusão digital.

A participação no projeto é livre, as aulas acontecem uma vez por semana, uma hora antes do início das aulas regulares. Pretendo discutir com eles a importância da Internet, seus usos e, principalmente, seu enorme alcance, ao mesmo tempo em que introduzo noções de informática.

No blog do projeto, estou publicando textos sobre o assunto e os alunos vão postando seus comentários. Também publiquei seus textos de apresentação, feitos no word. Os textos são publicados com seu conteúdo original (erros de ortografia e concordância são normais e não é esse o foco principal do trabalho), as intervensões acontecem durante a aula.

Já recebemos comentários de alunos de  Nova Bassano, no Rio Grande do Sul, e de alunos do EJA, de outra escola aqui do município.O blog tem também uma Sala de Chat e já recebeu a visita de professores de informática educacional de outros estados, parceiros meus nesse estudo. Os comentários dos visitantes são importantes, não só pelo incentivo, mas também por mostrar aos alunos aonde a Internet pode nos levar, trocando experiências com amigos virtuais. O trabalho ainda está no começo, mais adiante pretendo ensiná-los a fazer seus próprios blogs.

Para visitar o blog acesse:

http://acelera2005.blogdrive.com



Escrito por Ester às 19h11
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